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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

ASSOCIAÇÃO DE MÚLTIPLAS VARIANTES GENÉTICAS COM A EXTENSÃO E GRAVIDADE DA DOENÇA CORONÁRIA

Simone Cristina Pinto Matheus Fischer, Simone Pires PInto, Lívia Campos Lins, Carlos Manoel de Castro Monteiro, Luiz Fernando Muniz Pinheiro, Henrique Tria Bianco, Francisco Antonio Helfenstein Fonseca, Maria Cristina de Oliveira Izar
UNIFESP - São Paulo - SP - Brasil

 OBJETIVOS: Doença coronária (DC) e síndrome metabólica (SM) são condições multifatoriaise poligênicas. Polimorfismos genéticos que afetam o metabolismo lipídico, oxidação de lipoproteínas, pressão arterial, e reatividade vascular interagem com fatores ambientais, determinando maior gravidade da DC, embora sua contribuição individual possa ser discreta. O objetivo do estudo foi o de examinar a contribuição de polimorfismos genéticos na gravidade e extensão da DC em portadores de síndrome coronária aguda (SCA) e SM. MÉTODOS: Estudo transversal, incluiu pacientes de ambos os sexos (N=116, 68% homens, 56 ± 9 anos), com 3 ou mais critérios de SM (NCEP III) no período de hospitalização após uma SCA, que foram submetidos a avaliação clínica e de parâmetros laboratoriais, inflamatórios, da hemostasia, adiponectina, função endotelial, e cinecoronariografia, sendo a extensão da DC avaliada pelo escore de Gensini.  Os polimorfismos dos genes paraoxonase-1 (PON-1), metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR), óxido nítrico sintase endotelial (ENOS), enzima conversora da angiotensina (ECA), receptor tipo 1 da angiotensina II (ATR1), apolipoproteína C3 (APOC3) e lipoproteína lipase (LPL) foram analisados por PCR-RFLP. Foram utilizados Qui-quadrado, ou teste exato de Fisher, para variáveis categóricas, e para testar desvios do equilíbrio de Hardy-Weinberg (EHW). Teste t de Student, Mann-Whitney e correlações de Pearson ou Spearman foram usadas para variáveis numéricas. O escore genético foi definido pela soma dos valores individuais atribuídos a cada genótipo. Considerou-se P<0,05 como significante. RESULTADOS: Os polimorfismos dos genes PON-1, MTHFR e ENOS não se encontravam em EHW (P<0,05). Vários genótipos estudados se associaram com variáveis clínicas ou laboratoriais. O genótipo DD da LPL foi mais frequente naqueles com maior escore de Gensini (77% vs. 46%, P=0,039). O escore genético foi maior nos pacientes com Gensini < mediana (13,7 ± 1,5 vs. 13,0 ± 1,6, P=0,066). Houve fraca correlação inversa entre o escore genético e o de Gensini (R=-0,194, P=0,078). CONCLUSÕES: O polimorfismo da LPL associou-se à maior gravidade da doença coronária em pacientes com SM e SCA.Combinação de polimorfismos genéticos associou-se à extensão da doença coronoriana, sendo a doença mais grave quanto menor o escore genético.Agradecimentos: O estudo teve apoio financeiro da Fapesp 2004/00325-8.

 

 

 

 
 

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ATEROSCLEROSE

18 e 19 de agosto de 2017

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