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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

Adipocitocinas, Composição Corporal e Características Cardiovasculares em Indivíduos com Lesão na Medula Espinhal: Impacto da Atividade Física Regular.

Roberto Schreiber, Cristiane M. Souza, Layde R. Paim, Guilherme de Rossi, José R. Matos-Souza, Anselmo de A. Costa e Silva, Eliza R Azevedo, Alberto Cliquet Jr, José I. Gorla, Wilson Nadruz Jr.
FACULDADE DE CIENCIAS MÉDICAS – UNICAMP - - SP - BRASIL, Faculdade de Educação Física- UNICAMP - Campinas - SP - Brasil

Introdução: Indivíduos com lesão medular (LM) apresentam aumento da espessura íntima-média carotídea (EIM) e diminuição da função diastólica do ventrículo esquerdo (VE), em comparação com indivíduos saudáveis. Além disto, estão expostos à inatividade física acentuada e são propensos a diminuições na massa magra e aumentos na massa gorda. Dados prévios de nosso grupo mostraram que a atividade física regular está associada à diminuição da EIM carotídea e melhor função diastólica do VE em indivíduos com LM, mas não se sabe se o impacto do exercício é mediado por modificações na composição corporal e na expressão de adipocinas. Neste estudo, avaliamos a relação da expressão de adipocitocinas e da composição corporal com estrutura e função carotídea e cardíaca em indivíduos fisicamente ativos (LM-A) e sedentários (LM-S). Métodos: Todos os indivíduos com LM crônica (19 LM-S e 25 LM-A) foram submetidos a ultrassom de carótida, ecocardiografia e exames laboratoriais, além de dosagens plasmáticas de leptina, adiponectina e inibidor do ativador de plasminogênio-1 (PAI-1). Em um subgrupo de 16 indivíduos com LM-S e 12 indivíduos com LM-A, avaliamos a composição corporal por bioimpedância e absorciometria de raios-X (DXA), respectivamente. Resultados: O grupo LM-A apresentou menor massa gorda total, EIM carotídea e razão EIM/diâmetro da carótida, além de melhor função diastólica do VE do que o grupo LM-S, apesar de níveis semelhantes de adipocitocinas. A análise bivariada mostrou correlação inversa entre a adiponectina e triglicerídeos (r = -0,85, p <0,001), colesterol-LDL (r = -0,57, p <0,05) e EIM/diâmetro da carótida (r = -0,56, p < 0,05) apenas em pacientes com LM-S. A porcentagem de gordura corporal mostrou uma relação mais proeminente com os triglicerídeos (r = 0,62, p <0,01 vs. r = 0,16, p> 0,05) e EIM/diâmetro da carótida (r = 0,50, p <0,05 vs. r = 0,02, P> 0,05) em indivíduos LM-S em comparação com LM-A. Conclusões: Menores níveis plasmáticos de adiponectina e maior porcentagem de massa gorda estão relacionados a características vasculares e metabólicas adversas em indivíduos com LM. Essa relação, no entanto, parece ser atenuada pela atividade física regular.

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ATEROSCLEROSE

18 e 19 de agosto de 2017

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