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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

Síndrome Coronariana Aguda em paciente portador de Aneurismas Coronarianos Gigantes - Relato de caso

Terra, Dayane Menezes, Oliveira, Walter Alvarenga, Castro, Tácito Abreu, Vargas, Túlio Torres, Alves, Laís Mesquita, Alves, José Ronaldo
Santa Casa de Misericórdia de Passos - Passos - MG - Brasil

Caso de Síndrome Coronariana Aguda em paciente portador de Aneurismas Coronarianos Gigantes. Discutiremos a etiologia, o diagnóstico e o tratamento após revisão bibliográfica.

Paciente W. G. S., 57 anos, sexo masculino, sem comorbidades, internado no dia 15/01/2017 em outro serviço por Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST de parede inferior. Administrado r-TPA endovenoso com 30 minutos de evolução. Evoluiu em Killip I, recebeu alta com pedido de cineangiocoronariografia miocárdica feito em 23/01/2017: artéria coronária direita (ACD) com aneurisma proximal e ectasias na sua extensão; ramos ventricular posterior e descendente posterior sem lesões obstrutivas; tronco da coronária esquerda (TCE) com ectasia no terço médio; artéria descendente anterior (ADA) com ectasia no óstio e aneurisma no terço médio; 1o ramo diagonal ectasiado no terço proximal; artéria circunflexa (ACX) ectasiada no terço proximal; 1o e 2o marginais sem lesões obstrutivas. O ventrículo esquerdo apresenta volume normal e discreta hipocinesia na porção média da parede inferior. Fração de ejeção preservada. VDRL negativo. 

Angiotomografia de Coronárias foi indicada para melhor esclarecimento etiológico e demonstrou: escore de cálcio 688,5; ACD com ateromatose e calcificações, além de aneurisma fusiforme na porção inicial com diâmetro de 1,1 cm e 2,6 cm de extensão e ectasias médio-distal; ADA com ateromatose e calcificações, além de aneurisma fusiforme proximal com diâmetros de 1,2 cm e extensão de 2,7 cm sem trombo ou dissecção; 1o ramo diagonal com ateromatose leve, ectasia proximal; ACX com ateromatose, dilatação fusiforme na porção inicial e calcificações murais (diâmetro de 0,8 cm e 3,1 cm de extensão), ectasia de 0,75 cm no terço médio. O paciente foi mantido em tratamento clínico com Aspirina, Brilinta, Rosuvastatina, Selozok e Perindopril. Evoluiu assintomático num seguimento inicial de 3 meses.

            O paciente não apresentava história clínica compatível com doença do tecido conjuntivo ou arterites. VDRL negativo. Levantada a hipótese de causa congênita, já que irmão aos 43 anos sofreu morte súbita. Angiotomografia de coronárias foi solicitada para definição da etiologia. O escore de cálcio foi de 688,5 Agatston, confirmando a presença de DAC, além dos aneurismas. 

Não há consenso ou diretriz sobre o tratamento dos ACCs após Síndrome Coronária Aguda. No caso descrito, a história clínica associada aos exames complementares indica a etiologia aterosclerótica dos AACs e optamos pelo tratamento clínico com dupla antiagregação plaquetária. 

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ATEROSCLEROSE

18 e 19 de agosto de 2017

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